Acupuntura
“Assim diz o
Senhor: Não aprendais o caminho dos gentios, nem vos espanteis com os sinais
dos céus; porque com eles os gentios se atemorizam. Porque
os costumes dos povos são vaidade; ...” (Jeremias 10:2,3)
Cura Holística
Muitas
pessoas erroneamente aceitam a combinação holística corpo-mente porque sabem
que nossas atitudes sempre afetam nossa saúde ou, ainda, podem nos curar de
doenças. Entretanto, atitudes e a visão holística mística contemporânea são
duas coisas distintas. A visão holística de corpo e de saúde é baseada no
“monismo” (doutrina filosófica segundo a qual o conjunto das coisas pode ser
reduzido à unidade, quer do ponto de vista da sua substância (e o monismo
poderá ser um materialismo ou um espiritualismo), quer do ponto de vista das
leis (lógicas ou físicas) pelas quais o universo se ordena, sendo assim, o
monismo será lógico ou físico) - Dicionário Aurélio. Portanto, a visão
holística de corpo e saúde é baseada no monismo, onde o todo é cada parte e
onde cada parte é o todo, e onde uma força universal (descrita como “chi”
ou “qi”) se associa a nós e flui através do
nosso corpo. O holismo hoje
afirma que toda doença é um desequilíbrio ou um bloqueio do “chi” e/ou das
forças “yin-yang” no corpo. Assim,
o estado de saúde de alguém é o reflexo do desequilíbrio ou bloqueio dessa
combinação energia/espírito.
Acupuntura
Muitos
médicos holísticos acreditam que a doença é uma condição espiritual e usam
métodos baseados no ocultismo e em religiões orientais para tratá-las.
A acupuntura se originou na crença que as forças yin-yang fluem ao longo de
caminhos invisíveis no corpo, chamados de “meridianos”. A acupuntura também
crê que a doença é resultado do desequilíbrio dessas forças, ou, ainda, do
bloqueio ou obstrução das mesmas. A inserção de agulhas em certos pontos,
segundo a acupuntura, permite o fluir equilibrado das energias yin e yang no corpo.
Apesar de haver teorias segundo as quais a acupuntura funciona devido à
aposição das agulhas enviar sinais ao cérebro que liberam endorfina ou,
ainda, porque as agulhas bloqueiam um sinal de dor enviado ao cérebro, tais
teorias nunca foram comprovadas. Mesmo se fossem comprovadas, a conclusão
seria que não é a acupuntura que funciona, desde que esta é baseada na idéia
que o alívio vem do fluir harmonioso do yin e do yang. O que estaria
funcionando é o alívio da dor através da endorfina e
do bloqueio de sinais de dor. Esta não é a teoria da acupuntura tradicional.
Este alívio não teria nada a ver com os “meridianos”, mas sim com a biologia
e com um entendimento adequado do corpo.
Na melhor das hipóteses, a acupuntura alivia uma quantidade limitada de dor
temporariamente. Até agora não há um modelo científico que explique a
acupuntura.
O Mal não é uma Força
Se os opostos
estão sempre se fundindo e se tornando uns e outros, então não há bom ou mau
separadamente.
Entretanto em I João 1:5 está
escrito: “Ora, a mensagem que da
parte dele temos ouvido e vos anunciamos é esta: que Deus é luz, e não há
nele treva nenhuma.”
O mal não é
uma força: é uma rejeição ou uma rebelião contra o bem. O mal é o trabalho
de Satanás, que não tem verdade em si mesmo (João 8:44), e daqueles que
escolhem negar ou rejeitar Deus. O mal e o bem não são iguais porque Deus é
soberano e “Para isto se
manifestou o Filho de Deus, para destruir as obras do diabo.” (I
João 3:8). Deus permite que Satanás opere, mas Satanás foi derrotado quando
Jesus morreu por nós na Cruz, dando-nos libertação do poder de Satanás
através da crença Nele, o Cristo (“Ele
nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho
do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados.” - Col.
1:13, 14). Satanás será lançado no lago de fogo (Apocalipse 20:10).
Qi
Tai Chi,
freqüentemente chamado de “meditação em movimento”, é baseado no Taoísmo. Um
dos propósitos do Tai Chi é
facilitar “o fluir do qi através
do corpo,” (EnciclopédiaHarper de
Experiências Místicas e Para-normais, Rosemary Ellen Guiley,
pág. 599). O “qi“(também
chamado de “chi”, “ki” ou “ji”)
é um nome oriental para a energia universal que supostamente flui através do
corpo. Um estudo do significado dos 108 movimentos do TaiChi,
publicado pela Sociedade Taoísta de Tai Chi nos
Estados Unidos, declara que os 36 canais yang maiores e menores no corpo são
as “Divindades Celestiais”, enquanto que os elementos yin no corpo são as
“72 Divindades Terrestres”. A associação total de movimentos é de 108, um
“número sagrado segundo Chan San Feng”
(Chang, um mongeTaoísta do
século 11, é considerado o fundador do Tai Chi).
A declaração ainda diz que “o total 108 simboliza o equilíbrio harmonioso do
yin e do yang e, por isso, conduz à saúde. A união dos elementos yin/yang representa
a volta ao estado holístico e não diferenciado doTao”.
O termo ‘não diferenciado’ significa que não há distinção: o todo é cada
parte.
A Resposta Cristã
Os cristãos
devem discernir sobre práticas tais como a acupuntura que até agora não têm
qualquer base científica e devem discernir também sobre “exercícios” como o Tai Chi,
cujo modelo é baseado em crenças espirituais hostis a Cristo, pois Ele é o
caminho, a verdade e a vida (João 14:6). O fato de que um tratamento como
esse pode dar certo não é uma boa razão para usá-lo. Muitas coisas no mundo
místico e oculto parecem funcionar. O padrão para os cristãos ao adotarem
uma idéia ou práticas baseadas em crenças espirituais não é se elas
funcionam ou não. Nós somos advertidos a “não
dar crédito a qualquer espírito, antes, a provar os espíritos se procedem de
Deus,...” (1 João
4:1). Estas palavras devem ser levadas em consideração também no que se
refere aos muitos outros tratamentos holísticos e alternativos. O Tao afirma
ser o caminho, mas oferece um "buraco" onde se chega à conclusão de que não
há distinção entre yin e yang. Entretanto, a verdadeira paz vem somente
através da crença em Cristo (João 14:27, Filipenses 4:7). Há uma Pessoa,
Jesus, não um princípio ou uma filosofia. Jesus Cristo é o Caminho (João
14:6), o Caminho para se chegar a Deus Pai e para se chegar à vida eterna (João
5:24; 6:40).
Fonte:
jesus-is-savior.com
Traduzido por Rita Camarante,
Nov.2006